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terça-feira, 3 de julho de 2012
domingo, 13 de novembro de 2011
O Que Me Impede de Postar
Dexter, claro! Passei um bom tempo só assistindo, bom que só tem seis temporadas e a quantidade de episódios é razoável, e até deu tempo de acompanhar a série. E a cada episódio que passa amo mais!
Sim, Tolkien, ele também é responsável por não atualizar o blog! Em agosto comecei a ler O Silmarillion e praticamente só fiz isso, pois é um livro muito complexo e se você deseja entender, precisa lê-lo com atenção, que isso pra mim era um sacrifício pois não possuia por muito tempo um silêncio só para mim. No momento estou concluindo O Hobbit e quando conclui-lo lerei a trilogia do Senhor dos Anéis! E pretendo lê todos e recomendo! O post abaixo era para está pronto em setembro e só consegui conclui-lo este mês! Mas a pessoa seguinte tem uma parcela de culpa por eu ter demorado tanto...
O Henrique tem culpa sim por eu não postar nada em setembro e outubro! :D
Mas ele eu perdoou, pois não é sempre que a gente se ver, e cada segundo ao seu lado é precioso. ♥
Mas ele eu perdoou, pois não é sempre que a gente se ver, e cada segundo ao seu lado é precioso. ♥
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domingo, 6 de novembro de 2011
Artistas tolkianos: John Howe
Esses dias andei meio ocupada pra postar porque estava lendo o livro do J.R.R Tolkein, O Silmarillion, e apaixonei! Me interessei pela ilustração na capa e pesquisando achei bem mais ilustrações sobre O Senhor dos Anéis, como ainda não li, postarei por enquanto apenas as imagens "silmarillianas", mas assim que concluir o restante irei pôr as imagens baseados nos respectivos livros. Na verdade desde setembro que planejo este post, mas estava aproveitando meus dias felizes. :D
Enfim, cada imagem contém sua história resumida, apesar de em algumas não parecer bem um resumo hehe. Mas leiam, é bastante interessante, ou então leiam apenas um pedaço.
Canadense, mas vive na Suíça e se formou na faculdade Ecole des Arts Décoratifs, em Estrasburgo, França. Embora no início não tivesse tanta paciência com seu professor de ilustração, com o tempo ficou cada vez mais envolvido com artes. Apesar de ser um "artista tolkiano" ele não se prende a essa denominação; já ilustrou diversos livros, geralmente de fantasia, e contribuiu para a adaptação cinematográfica do "O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa" de C.S Lewis e do "Senhor dos Anéis" de J.R.R Tolkien. Ele também faz parte do grupo de artilharia chamado "Company of St. George", que só se tornou famoso devido ao livro escrito pelo mesmo e por Gerry Embleton chamado "The Medieval Soldier" e há traduções dele somente para o francês, alemão e italiano. Atualmente está sendo responsável, junto com seu colega Alan Lee, pela arte conceitual do filme O Hobbit, que será exibido em dezembro de 2012.
Veja abaixo as ilustrações de cenas do O Silmarillion:
Esta imagem relata uma das pervercidade de Melkor. A princípio, ele odiava os elfos por sua beleza e alegria, e não desperdiçou a oportunidade que tivesse para destrui-los. Foi então que desejou as Silmarils, três pedras preciosas feita pelas luzes das Árvores de Valinor, criada pelo noldor Fëanor, iniciando assim sua maldade. Seguindo de mentiras e calúnias, obscureceu os corações dos noldor, fazendo se virarem uns contra os outros, causando uma grande confusão. Assim foi aberto um conselho, que não foi muito agradável para Fëanor que nunca foi de remediar suas palavras, o que o levou juntos com seus filhos para o exílio. Melkor sabiamente fugiu antes de tudo isso acontecer, e nessa fuga ele se encontrou com Fëanor, mas acabou sendo humilhado. Foi então que ele foi a busca da grande aranha Ungoliant, que ansiava de luz, fazendo um trato com ela que se o obedecesse ganharia o que deseja, e pôs seu plano em prática. Valinor estava festejando a época do florescimento, todos vieram inclusive Fëanor, mesmo sem trajes de festa, e no momento em que ele estava fazendo as pazes com seu meio-irmão, Ungoliant do outro lado sugava as luzes das Árvores de Valinor, que é conhecido como O Ocaso de Valinor.
Esta ilustra uma das batalhas mais lindas do livro, que se resume em Fingolfin achar que havia como atacar ─ mais uma vez ─ Morgoth, pois temia por ele rondando por ai e tramando destruir o restante do seu povo. Mas muitos estavam contentes com a vida que se encontrava e preferiam deixar como estar, e por um tempo tudo estava em paz. E isso só serviu de Morgoth ter mais tempo para planejar sua maldade, e fez jorrar rios de chamas em Ard-galen, que era onde a tropa de Fingolfin se encontrava que depois ficou conhecida como Anfauglith, A Poeira Sufocante, iniciando a quarta das grandes batalhas chamada de Drago Bragollach, A Batalha das Chamas Repentinas. Abalado com mais outra perda dos noldor, Fingolfin decide ir sozinho enfrentar Morgoth cara a cara. Soou sua trompa e bateu no portão de Morgoth o chamando de senhor de escravos e covarde, e então ele apareceu, trajando uma armadura negra, com seu escudo negro sem brasão e com o Grond, Martelo do Mundo Subterrâneo, parou em frente ao rei dos noldor. E Fingolfin reluzia devido a sua malha encoberta de prata, seu escudo azul era encravado de cristais e sua espada Ringil brilhava como gelo. Nesta batalha Fingolfin deu sete golpes em Morgoth, o fazendo gritar sete vezes e quando o rei se cansou, Morgoth três vezes o atacou até se ajoelhar e três vezes ele se levantou, e então ele pôs seu pé no pescoço do rei para esmagá-lo, e Fingolfin o golpeia antes de se entregar, o fazendo mancar para sempre. Esta batalha é conhecida como a Queda de Fingolfin.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
As Duas Árvores de Valinor
No início dos tempos, diz-se entre os sábios que a Primeira Guerra começou antes que Arda estivesse totalmente formada (...); e por muito tempo Melkor prevalesceu. Entretanto, no meio da guerra, ao ouvir no distante firmamento que havia batalha no Pequeno Reino, um espírito de enorme força e resistência veio em auxílio dos Valar(...). Tulkas, o Forte, cuja ira circula como um vento poderoso, afastando a nuvem e a escuridão à sua frente(...); e Melkor fugiu de sua fúria e de suas risadas, abandonando Arda, e a paz reinou. Nesse período, os Valar trouxeram ordem(...), e como houvesse necessidade de luz, Aulë, a pedido de Yavanna, criou duas lamparinas poderosas para iluminar a Terra-média(...); ergueram uma lamparina junto ao norte, chamando-a de Illuin; e a outra, ao sul, chamou-a Ormal; e a luz das Lamparinas dos Valar se derramou por toda a Terra. Então, as sementes que Yavanna havia plantado logo começaram a brotar, assim como outros seres vivos e toda a natureza do local(...). Manwë ofereceu uma grande festa; e os Valar e toda a sua gente atenderam ao convite. E Melkor sabia de tudo o que era feito, pois já naquela época dispunha de espiões e amigos secretos entre os Maiar(...). Assim, Melkor chamou a si os espíritos que desviara para seu serviço, fazendo-os sair das mansões de Eä.
Tulkas então adormeceu, exausto e contente, e Melkor acreditou que sua hora havia chegado. Transpôs as Muralhas da Noite com sua legião e chegou à Terra-média, a distância, no norte, sem que os Valar dele se apercebessem. Assim, iniciou então as escavações e a construção de uma enorme fortaleza nas profundezas da Terra, que chamou de Utumno. E, embora os Valar ainda nada soubessem a respeito, mesmo assim a perversidade de Melkor e a influência maléfica de seu ódio emanavam de lá, e a Primavera de Arda foi destruida(...). Os Valar então saíram a procura de Utumno, mas Melkor logo apresentou uma luta e deu o primeiro golpe antes que os Valar estivessem preparados; atacou as luzes de Illuin e Ormal(...); e, quando as lamparinas foram derrubadas, lavaredas destruidoras se derramaram pela Terra(...), e em meio à confusão e às trevas, Melkor conseguiu escapar(...). Assim terminou a Primavera de Arda.
Então os Valar partiram da Terra-média e foram para a Tera de Aman. Lá fortificaram sua morada e, junto ao litoral, ergueram as Pelóri, as montanhas de Aman, as mais altas de toda a Terra. E no topo da montanha Manwë instalou seu trono. Taniquetil é como os elfos chamam essa montanha sagrada(...). Por trás das muralhas das Pelóri, os Valar estabeleceram seu domínio na regiao chamada Valinor; e ali foram construida sua morada, que acabou ficando mais bonita que a Terra-média na Primavera de Arda(...); e quando estava pronta, os Valar construiram uma cidade, no qual o seu portão ocidental havia uma colina verdejante, Ezelloah; Yavanna a consagrou, e ficou ali sentada muito tempo sobre a relva verde, entoando uma canção de poder, na qual expunha o que pensava; Nienna, porém, meditava calada e regava o solo com lágrimas; os outros Valar apenas observavam, cansados.
Então os Valar partiram da Terra-média e foram para a Tera de Aman. Lá fortificaram sua morada e, junto ao litoral, ergueram as Pelóri, as montanhas de Aman, as mais altas de toda a Terra. E no topo da montanha Manwë instalou seu trono. Taniquetil é como os elfos chamam essa montanha sagrada(...). Por trás das muralhas das Pelóri, os Valar estabeleceram seu domínio na regiao chamada Valinor; e ali foram construida sua morada, que acabou ficando mais bonita que a Terra-média na Primavera de Arda(...); e quando estava pronta, os Valar construiram uma cidade, no qual o seu portão ocidental havia uma colina verdejante, Ezelloah; Yavanna a consagrou, e ficou ali sentada muito tempo sobre a relva verde, entoando uma canção de poder, na qual expunha o que pensava; Nienna, porém, meditava calada e regava o solo com lágrimas; os outros Valar apenas observavam, cansados.
E enquanto olhavam, sobre a colina surgiram dois brotos erguios; e o silêncio envolveu todo o mundo naquela hora, nem havia nenhum outro som que não o canto de Yavanna. Em obidiência, as árvores jovens cresceram e ganharam beleza e altura; e vieram a florir; e assim, surgiram no mundo as Duas Árvores de Valinor. Uma tinha folhas verde-escuras, que na parte de baixo eram como prata brilhante; e de cada uma de suas inúmeras flores caía sem cessar um orvalho de luz prateada; e a terra sob sua copa era manchada pelas sombras de suas folhas esvoaçantes. A outra apresentava folhas de um verde viçoso, como o da faia recém-aberta, orladas de um dourado cintilante; e a flor emanavam calor e uma luz esplêncida. Telperion, a primeira, e Laurelin era a outra. Em sete horas, a glória de cada árvore atingia a plenitude e voltava novamente ao nada; e cada uma despertava novamente para a vida uma hora antes de a outra deixar de brilhar. Assim, em Valinor, duas vezes ao dia havia uma hora suave de luz mais delicada, quando as duas árvores estavam fracas e seus raios prateados e dourados se fundiam. Telperion era a mais velha das árvores e chegou primeiro à sua plena estatura e florescimento; e aquela primeira hora em que brilhou, com o bruxulear pálido de uma alvorada de prata, os Valar não incluíram na história das horas, mas denominaram a Hora Inaugural, e a partir dela passaram a contar tempo de seu reinado em Valinor(...).
E as gotas de orvalho de Telperion
e a chuva que caía de Laurelin,
Varda armazenava em enormes tonéis,
como lagos brilhantes, que eram para
toda a terra dos Valar como poços
de água e luz.
e a chuva que caía de Laurelin,
Varda armazenava em enormes tonéis,
como lagos brilhantes, que eram para
toda a terra dos Valar como poços
de água e luz.
Tirado do livro "O Silmarillion",
1º capítulo do Quenta Silmarillion - A História das Silmarils,
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